Futebol e as agitações operárias

  • Agnaldo Kupper

Resumo

A princípio, o futebol associava-se às elites. No Brasil, popularizou-se de forma assustadora a ponto de tornar-se uma extensão do ambiente doméstico e do trabalho,  em   especial   a partir   do primeiro    quartel do século XX,    período em que as agitações operárias preocupavam empresários e governo (este último  enquanto representante dos interesses dos possuidores  e do Estado em si). Fato é que o até então esporte das elites tornou-se uma poderosa expressão dos setores sociais mais empobrecidos, em uma disseminação impressionante, talvez por ser esta prática esportiva a única que inspire a possibilidade da quebra das hierarquias sociais, o que significa dizer que  nem sempre o favorito vence.

##submission.authorBiography##

Agnaldo Kupper

Historiador; escritor; professor de ensino superior e de pós-graduação; mestre em História (área: História e Sociedade); doutorando em História (área: Política: ações e representações) pela Unesp-Assis/SP.

Publicado
2019-03-07
Como Citar
KUPPER, Agnaldo. Futebol e as agitações operárias. Revista Terra & Cultura: Cadernos de Ensino e Pesquisa, [S.l.], v. 34, n. 67, p. 117-137, mar. 2019. ISSN 2596-2809. Disponível em: <http://periodicos.unifil.br/index.php/Revistateste/article/view/974>. Acesso em: 08 fev. 2023.
Seção
Artigos

##plugins.generic.recommendByAuthor.heading##

1 2 > >>