A construção do “ser” criança na sociedade capitalista

  • Marta Regina Furlan

Resumo

As experiências e pesquisas sobre a infância evidenciam a necessidade de analisar a concepção de infância como categoria histórica e não somente como categoria biológica. Sabe-se que a criança nem sempre foi vista da mesma forma pela sociedade, pelo adulto. Conforme se processavam as mudanças sociais, econômicas e históricas, ela foi adquirindo imagens diferentes, de acordo com essas mudanças. Nesse sentido, a análise do presente trabalho teve como preocupação situar a criança dentro dessas transformações sociais, percebendo-a sempre como sujeito histórico que constrói histórias. Nessa perspectiva, destaca-se a necessidade de um olhar especial para a criança na contemporaneidade, analisando sua presença no uso da tecnologia, no mercado de trabalho, na família, na sua relação com o adulto, na sua forma de pensar e sentir, agir, diante do mundo que a cerca. Para isso, tomou-se como categoria de análise o trabalho e as respectivas mudanças no mundo econômico e social. O estudo aqui desenvolvido é uma reflexão sobre o sujeito-criança, na sociedade capitalista.

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Marta Regina Furlan

Docente e Coordenadora do Curso de Pedagogia da UniFil. E-mail: martafurlan@pop.com.br ; pedagogia@filadelfia.br

Publicado
2020-04-01
Como Citar
FURLAN, Marta Regina. A construção do “ser” criança na sociedade capitalista. Revista Terra & Cultura: Cadernos de Ensino e Pesquisa, [S.l.], v. 20, n. 38, p. 3-15, abr. 2020. ISSN 2596-2809. Disponível em: <http://periodicos.unifil.br/index.php/Revistateste/article/view/1323>. Acesso em: 04 jul. 2020.
Seção
Artigos